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APÓCRIFOS & RELIGIÃO    Free Counter
Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. ( I te. 5: 19,20,21 - BIBLIA)





A assim-chamada "reforma protestante"

Existe um pensamento geral, embora bastante errôneo, de que a congregação primitiva dos apóstolos se tenha corrompido, dando então lugar a uma congregação caída, que teria então se levantado novamente pela reforma protestante. Este tipo de pensamento errôneo é que leva muitos a pensarem que a igreja católica romana, junto à igreja ortodoxa oriental, fossem apenas expressões caídas da congregação original dos apóstolos, sendo as atuais igrejas protestantes, com suas inumeráveis denominações, a expressão "restaurada" daquela mesma congregação.

Isto é errôneo por razões bem simples:

1) Não é a quantidade de pessoas que determina que tal ou qual crença exista ou não. Se, por exemplo, a crença "budista" existir em apenas uma única pessoa sobre a terra, então a crença "budista" existe. Considerando, em hipótese, que todas as pessoas budistas, à excessão de uma única, passem a ser, por exemplo, islâmicas, não se pode afirmar que o budismo se transformou em islamismo. Neste caso, o budismo continua sendo budismo em uma única pessoa, e o islamismo continua sendo islamismo nas pessoas que já lá estavam e mais estas que para lá foram.

Este é o erro primordial de se considerar que a fé da congregação original dos apóstolos, conforme relatado no livro de Atos, se tenha transformado em paganismo católico. As grandes massas pagãs, podem, sim, ter sido maioria, e os relatos históricos são sempre centrados nos poderosos e nas maiorias.

Temos de considerar aqui o sentido bíblico da importante palavra "REMANESCENTE". Em toda a história da humanidade, sempre houve e haverá até o último dia, um REMANESCENTE fiel à verdade, independente de que caminho a grande maioria possa seguir. Com isso em mente, devemos considerar, sim, que o REMANESCENTE permaneceu sempre fiel, enquanto as massas paganizadas se avolumavam, ocupando os registros históricos, e sendo erroneamente consideradas como a "versão caída" do Corpo de YAOHUSHUA (Oholyao). Não existe e nunca existiu tal coisa como uma "versão caída" da Oholyao. O Corpo de YAOHUSHUA, nem que seja formado por uma única pessoa sobre a terra, está sempre de pé, sadio, e esteve sempre de pé ao longo destes 20 séculos.

2) As assim-chamadas "igrejas cristãs" que começaram a ocupar espaço no mundo, como a católica, ortodoxa grega, e mais tarde o protestantismo, nunca compartilharam da mesma crença da congregação original dos apóstolos, a começar pelos seres cultuados que eram radicalmente diferentes dos cultuados pelos apóstolos, devido ao paganismo que prevalescia e prevalesce até os dias de hoje, dentro destas crenças. O primeiro e importantíssimo desvio das "igrejas cristãs" foi a adoção de um falso nome do messias em lugar do verdadeiro. A congregação primitiva dos apóstolos cultuava YAOHUSHUA e O pregavam como o verdadeiro Messias e Salvador. As "igrejas cristãs" formadas desde os primeiros séculos, trataram de introduzir, escamoteadamente, o nome do ídolo Zeus em substituição ao verdadeiro Nome do Messias YAOHUSHUA. Ao contrário do que muitos possam pensar, isto não se trata somente de uma mudança eventual de nome, mas sim da pessoa que passou a ser invocada como salvador delas. Deixaram de invocar o Único Salvador, YAOHUSHUA, passando a invocar Iosous (Io + zeus), Iesu, e finalmente, Jesus.

O protestantismo se originou de dentro da igreja católica, mas a igreja católica permanece dentro do protestantismo até hoje

Muitas pessoas vêem as inúmeras denominações protestantes, ou mais recentemente denominadas "evangélicas", como uma restauração da verdadeira fé apostólica, tendo deixado para trás os erros do catolicismo romano. São os protestantes atuais, ou evangélicos, os maiores críticos do catolicismo romano desde a reforma. Contudo, não conseguem perceber que são na realidade apenas católicos "mais próximos" da fé apostólica, embora mantenham ainda inumeráveis caracteristicas herdadas de sua origem católica romana.

Hoje em dia, quando um cientista sai de um laboratório contaminado pelas piores e mais fatais bactérias, ele é obrigado a passar por um banho esterilizante, com aplicação de raios ultra-violeta, para garantir que não traga para fora nem ao menos uma única bactéria de lá de dentro.

Infelizmente tal não sucedeu quando os protestantes saíram do catolicismo romano. Nem os tão proclamados anabatistas, dos quais os batistas afirmam ter sua origem, passaram por esta esterilização completa. De um modo geral, o protestantismo trouxe consigo inúmeras bactérias espirituais fatais do catolicismo romano. Diversas características do catolicismo romano são facilmente identificáveis no protestantismo ou nos chamados evangélicos, dos dias atuais.

Vejamos algumas destas características:

1) Os protestantes, ou evangélicos, invocam o mesmo nome do ídolo, herdado da mitologia greco-romana de "Zeus", que os católicos adotaram como o nome do messias deles desde o princípio. Para o observador mais atento e amoroso pela verdade, é fácil constatar que este nome é invocado no candomblé, na macumba, no espiritismo, em diversas religiões orientais "cristianizadas", na cabala, na maçonaria (como sendo um dos seus mestres ilustres), no catolicismo romano e no protestantismo. Bem próximo à minha residência, há um centro espírita que anuncia em letras prateadas em sua fachada: "Nós somos seguidores de Jesus, Kardec e Ramatis". Apesar de YAOHUSHUA ter afirmado que a salvação vem dos judeus, houve uma repulsa generalizada por toda origem hebraica, da verdadeira fé apostólica, por parte de todos estes. Apesar de estar tão claramente registrado no livro de Atos 4:12 que "nenhum outro nome nos foi dado debaixo dos céus, pelo qual importa que sejamos salvos", parece que a tradição e facção de todos estes, tem prevalência sobre as Sagradas Escrituras.

2) Os protestantes mantêm festas católicas pagãs em seu calendário de festas "santas". Não é objetivo deste material discorrer sobre as origens pagãs das celebrações de natal, mas sem dúvida, esta festa pagã é celebrada tanto por católicos como por protestantes, como pelo mundo em geral. As Sagradas Escrituras afirmam que não há nenhuma comunhão entre a luz e as trevas. Com relação ao natal, estariam as escrituras erradas, ou tanto os católicos como os protestantes, e também os mundanos, participam das mesmas trevas?

3) Os protestantes se levantaram contra os dogmas papais, mas, sem excessão, cada denominação protestante criou seus próprios dogmas. Algumas denominações, ignorando os originais gregos do Novo Testamento, passaram a ignorar a palavra "imersão" para adotarem o neologismo "batismo", criando assim as mais diversas formas de "batismo". Qualquer pessoa, por menos cultura que possua, sabe o que significa "imergir". Porém o neologismo "batizar" se transformou apenas em alguma espécie de ritual onde há água. Algumas das denominações protestantes praticam o "batismo" por aspersão de água sobre a cabeça, exatamente aos moldes católicos. Outros destes "dogmas" protestantes, que variam de denominação para denominação, são as questões de vestimenta, uso de dons espirituais, tipos de governo, etc. Algumas denominações evangélicas atuais se utilizam de vestes diferenciadas para o "clero", e fazem as mesmas distinções entre clero e leigos, herdadas do catolicismo romano. Não são poucos os líderes evangélicos que usam vestes e colarinho idêntico aos padres católicos.

4) A grande maioria das denominações evangélicas tem como uma máxima de estabelecimento a construção de prédios, erroneamente denominados "templos". Esta é, sem dúvida, uma grande herança católica. Algumas destas denominações se referem a seus prédios como sendo "catedrais", comprovando mais e mais a herança católica. Apesar das Sagradas Escrituras afirmarem e reafirmarem que o Altíssimo não habita em casas feitas por mãos humanas, e também que a habitação de YAOHU UL são os corações dos verdadeiros fiéis em YAOHUSHUA, tanto católicos como protestantes têm seus "templos" construídos por mãos humanas, nos quais centralizam, senão toda, ao menos grande parcela de suas atividades. A despeito das afirmações de que tais prédios não passam de um lugar onde as pessoas possam se reunir, a verdade é que o que se permite fazer ou conversar dentro destes prédios é bem diferente do que é permitido fazer ou conversar fora dos mesmos prédios. Não são poucas as denominações evangélicas que se referem ao local de reunião como o "santuário".

5) Por mais antagônico que possa parecer, os protestantes romperam com o catolicismo (ao menos oficialmente) baseados em fatos bíblicos diversos, a começar pelos que apontavam para a justificação exclusiva pela fé. É aparentemente antagônico que a mesma Bíblia que é usada contra os êrros católicos, não é considerada fundamentalmente como regra de fé protestante. Qualquer protestante que ler estas palavras, irá imediatamente afirmar que a Bíblia é, sim, sua regra de fé e conduta, e eu creio mesmo que esta afirmação possa ser sincera; contudo, esta base bíblica protestante é bastante seletiva quanto aos textos. Alguns textos são decorados e recitados frequentemente; outros são ignorados e não são sequer cogitados uma única vez. De modo geral, todo o ensino escritural relativo ao NOME, apesar de enormemente prioritário, é completamente negligenciado em aulas ou cultos. Por amor a estas pessoas sinceras de coração para com a verdade das Sagradas Escrituras, e sem negligenciar o amor pelas demais também, é que entendemos ser necessário este material sob o título "Santificado seja o Teu Nome", porque esta simples frase já foi lida milhares de vezes, mas certamente negligenciada em seu significado as mesmas milhares de vezes. O domínio e propriedade sobre a verdade escritural, tão assumido pelos Papas católicos, é hoje igualmente exercido pelos protestantes, ou evangélicos, onde qualquer palavra que confronte suas crenças é, de imediato, considerada como heresia pecaminosa, sendo considerados como "anti-messias" ou "falsos profetas" seus locutores.

Para concluir, apresentamos abaixo uma figura que espero seja esclarecedora da realidade espiritual pela qual se tem passado, com seus desvios, apesar do REMANESCENTE permanecer inalterado, firme, sadio e vitorioso continuamente.

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