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APÓCRIFOS & RELIGIÃO    Free Counter
Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. ( I te. 5: 19,20,21 - BIBLIA)





Quem são os autores do falso nome "Jesus" e do título "Deus" (Zeus) ?

O leitor notará por certo, e com surpresa talvez, que estaremos fazendo muito poucas citações. Estaremos nos esforçando deveras por dar aos leitores em pequeno espaço o que houve de importante e essencial em 15 séculos de história religiosa.

Os manuscritos da Bíblia

A história da Bíblia, como chegou até nós, é contada em seus manuscritos. Manuscritos são rolos ou livros (códices) da antiga literatura, escritos a mão em pergaminhos (pele de cabra ou carneiro) ou papiro (junco ou casca de árvores específicas). O texto da Bíblia foi preservado e transmitido mediante seus manuscritos. Nos tratados sobre a Bíblia, a palavra manuscrito, é sempre indicada pela abreviatura MS, plural MSS ou Mss. Há em nossos dias cerca de 40.000 Mss da Bíblia, preparados entre os séculos II e XV.

O Antigo Testamento foi escrito originalmente em hebraico. Pequenos trechos como Esdras 4:8 a 6:18; 7:12-26; DayanUl 2:4 a 7:28 (Dn) e YarmiYAOHU 10:11 (Jr) foram escritos em Aramaico que é o mesmo que Siríaco.

Depois do cativeiro Babilônico, os Yaohudim passaram a falar aramaico que era a língua falada pelo Messias e seus discípulos, embora também, naquele tempo, já se conhecesse o "KOINE" (comum), idioma popular do grego. Segundo alguns estudiosos da Bíblia, todo o Novo Testamento foi escrito nesse idioma com exceção do livro de ManYAOHU (Mt), que foi escrito em hebraico ou aramaico. Descobertas recentes lançam dúvidas sobre esta afirmação.

É importante notar que os três idiomas da Bíblia ainda são falados hoje! O hebraico é a língua oficial da Nação de Yaoshorul; o aramaico é a língua dos cristãos assírios na Pérsia e no Iraque; o grego, naturalmente é a língua da Grécia. Embora com o passar dos tempos, esses idiomas tenham sofrido algumas modificações, têm pouca diferença, e as suas bases são as mesmas.

O Hebraico

Na própria Bíblia a língua hebraica é chamada judaica (NaokhemYAOHU 13:24) (Ne), ou a língua de Canaã (YaoshuaYAOHU 19:18) (Is).

O Alfabeto (Alefbets) que é usado possui 22 letras, todas consoantes, sem qualquer sinal de vocalização, pois os sons vocálicos eram supridos pelo leitor durante a leitura, o que dava origem a constantes enganos, porque haviam palavras com as mesmas consoantes, mas, com acepções diferentes. Quer dizer que a pronúncia exata dependia da habilidade do leitor, levando em conta o contexto e a tradição. É por causa disto que perdeu-se a pronúncia de muitas palavras Bíblicas. Mais tarde, após o século VII, um sistema de sinais foi inventado com pequenos símbolos, para indicar as vogais corretas. Esses pontos são colocados em cima, em baixo ou dentro das consoantes, perpetuando-se assim a pronúncia tradicional da palavra. A esse sistema chama-se "Massorético, que deriva-se da palavra "MASSORETAS", derivada de "MASSORAH", que quer dizer tradição. Massoretas são Yaohudim habitantes de tiberíades que no século VI fixaram a pronúncia já tradicional do hebraico.

Qualquer texto bíblico posterior ao século VII é chamado "Massorético", porque contém os sinais vocálicos.

O Aramaico

Era a língua falada pelos povos ao Norte e Nordeste de Canaã, da Síria até o Alto Eufrates. O aramaico é um idioma semítico falado desde 2000 AM em Arã e Síria. A influência do aramaico foi profunda sobre o hebraico, começando no cativeiro do reino de Yaoshorul em 722 AM, na Assíria e continuando através do cativeiro do reino de Judá em 587 AM, na Babilônia. No ano 536 AM, quando Yaoshorul começou a regressar do exílio, falava o aramaico como língua vernácula. E é por essa razão que no tempo de Esdras, as escrituras ao serem lidas em hebraico, era preciso que o seu significado fosse explicado. (NaokhemYAOHU 8:5,8) (Ne).

Nos tempos do Messias YAOHUSHUA, o aramaico tornou-se a língua popular dos Yaohudim e nações vizinhas; estas foram influenciadas pelo aramaico devido às transações comerciais dos Arameus na Ásia Menor e Litoral do Mediterrâneo. Em 1000 AM o aramaico já era a língua internacional do comércio nas regiões situadas ao longo das rotas comerciais do Oriente. O aramaico é também chamado de "Siríaco" (DayanUL 2:4 (Dn); Esdras 4:7. ARC) e também "Caldaico" (DayanUL 1:4) (Dn).

O aramaico tinha também o mesmo alfabeto que o hebraico, apenas diferia nos sons estruturais de certas partes gramaticais. Como o aramaico não tinha vogais, era muito parecido com o hebraico.

O Grego

Quando Alexandre o Grande dominou o mundo com o Império Grego-Macedônio, levou o "KOINE" (comum), que era o idioma falado pelo povo do seu império. Sendo esse idioma de clareza, qualidade definida, facilidade de expressão e de comunicação.

O Grego faz parte do grupo das línguas Arianas. Vem da fusão dos dialetos Dóricos e Áticos. Os Dóricos e os Áticos foram duas das principais tribos que povoaram a Grécia.

Das linguagens bíblicas, o grego é o mais focalizado entre os povos atuais de línguas greco-latinas, devido à semelhança. O grego do Novo Testamento não é o grego clássico dos filósofos, mas o dialeto popular do homem de rua, comum, estudante, que todos podiam entender, denominado "KOINE" (comum). Esse dialeto formou-se a partir das conquistas de Alexandre em 336 AM. A Grécia tornou-se império cultural mundial, e toda a terra conhecida recebeu a influência da língua grega. O alfabeto grego tem 24 letras, sendo a primeira o ALFA e a última, o OMEGA.

A Tradução da Septuaginta (LXX)

O Antigo Testamento foi escrito em hebraico, e o Novo Testamento considera-se que tenha sido escrito em grego, embora até hoje não se possa provar a veracidade desta afirmativa, havendo boas razões para se pensar que partes bem maiores dele tenham também sido escritas originalmente em hebraico ou aramaico, além do livro de ManYAOHU (Mt).

Uma tradução grega muito importante, do Antigo Testamento, chama-se "Septuaginta". Foi a primeira versão do Antigo Testamento para o grego, no terceiro século. Conta Aristéia, escritor da corte de Ptolomeu Filadelfo que reinou de 285 - 246 AM, que ele escreveu a seu irmão, monarca Egípcio Filócrates (100 AC), que por proposta de seu bibliotecário Demérito de Falero, solicitou ao sumo-sacerdote judaico Eleazar, que lhe enviasse doutores versados nas Sagradas Escrituras para preparar-lhe uma versão das mesmas em grego. Ele muito ouvira falar das Escrituras, e queria a referida versão para enriquecer sua vasta biblioteca em Alexandria.

O vocábulo "Septuaginta" quer dizer em latim "SETENTA" e é citado em referência da seguinte maneira: LXX. Essa tradução foi feita na ilha de Faros, no porto de Alexandrino por 72 sábios Yaohudim, sendo 6 de cada tribo em (100 AC). O trabalho foi realizado em 72 dias.

Na Septuaginta, é registrada a presença de alguns livros apócrifos. Os Yaohudim, que fizeram a tradução, eram do Egito e foram influenciados pela literatura apócrifa.

Os lívros apócrifos:

TOBIAS - Este livro foi escrito em Caldáico. Tobias, pai e filho, foram seus autores.

JUDITE - Ignora-se quem foi o autor desta história cuja tradição são usadas em Nome do Altíssimo.

SABEDORIA - É incerto quem foi o autor deste livro, que trata da sua própria pessoa, enaltecendo as suas próprias qualidades.

ECLESIÁSTICO - Seu autor, escreveu acerca da doutrina e da sabedoria.

BARUQUE - Contrariamente aos profetas, que falaram por inspiração do Altíssimo (2Pe 1:21), Baruque não falou em Nome do Altíssimo.

MACABEUS - Não se sabe o nome do autor deste livro, que narra a história dos irmãos macabeus.

Logo depois da ressurreição e ascensão do Messias YAOHUSHUA, aqueles que foram testemunhas oculares de Sua glória, foram a todos os lugares, pregando a Gloriosa Mensagem. De boca em boca eles anunciavam as Boas Novas da Salvação que YAOHUSHUA havia trazido. Com o passar dos anos, entretanto, surgiu a necessidade de registrar aquilo que ensinavam; foi então que os livros do Novo Testamento começaram a ser escritos. Alguns foram escritos na Palestina, outros na Ásia Menor, na Grécia e em Roma.

É bem provável que muitas cópias, logo após terem sido escritas, tenham entrado logo em circulação entre as congregações. Assim, pouco a pouco, cada congregação organizava a sua coleção de livros, que consideravam inspirados, colocando-os juntos às Escrituras do Antigo Testamento. Todo o Novo Testamento levou menos de 100 anos para ser escrito, porém levou mais de 400 anos para ser canonizado.

Dos MSS originais, saídos das mãos dos escritores, não há nenhum. É provável que se houvesse algum, os homens os adorariam, mais do que o Seu Supremo Autor.

A falta dos MSS originais provém do seguinte:

O costume dos Yaohudim de enterrar todos os Mss estragados pelo uso, ou qualquer outra coisa.

O monstro Antioco Ephifanes, Rei da Assíria (175-164 DM) dominou sobre a Palestina, e durante seu reinado foi extrememente cruel, sádico; tinha prazer em praticar a tortura. Decidiu exterminar a religião judaica, assolou Jerusalém em 168 DM, profanou o que restara do templo e destruiu todas as cópias que achou das Sagradas Escrituras.

Nos dias do feroz Imperador Deocleciano (228-305 DM), os perseguidores dos convertidos ao Messias YAOHUSHUA destruíam quantas cópias achassem dos escritos sagrados. Ele chegou a julgar que tivesse destruído tudo, pois mandou cunhar uma moeda comemorando tal vitória.

O Período "Ante-Nicene"

Antes de abordarmos este assunto e os demais que se seguem, é necessário um importante esclarecimento para que o leitor medite atentamente. Suponhamos que um grupo de pessoas é seguidor da religião "A". Por qualquer razão, um dia, 90% destes seguidores passam a crer em algo diferente, formando então a religião "B". É um grande erro afirmar-se que a religião "A" se transformou na religião "B" pelo fato de grande parte de seus seguidores terem aderido ou formado a religião "B". O correto é entendermos que, apesar de numericamente inferior, a religião "A" seguiu seu caminho, e a religião "B" saiu de dentro da religião "A" para um caminho diferente. Há um grande erro cometido por historiadores, comentaristas e outros estudiosos em afirmar que o Corpo de YAOHUSHUA, como é tratado nas Sagradas Escrituras o conjunto de pessoas que fielmente crêem nEle e O seguem, tenha se transformado numa série de religiões paganizadas e idolátricas ao longo dos séculos.

O mais correto é, antes de tudo, considerar-se que muitos foram os que se desviaram da sã doutrina, formando religiões e mais religiões, mas não o Corpo de YAOHUSHUA, talvez numericamente em inferioridade, que contudo é um REMANESCENTE fiel atravessando os séculos, enquanto os desvios desta fé pura na doutrina de YAOHUSHUA e dos apóstolos se avolumaram em caminhos outros. O Corpo de YAOHUSHUA, que em hebraico é referido pela palavra "Oholyao", não deve jamais ser confundido com as religiões que dele se desviaram. Em toda evasão majoritária existe sempre a fidelidade e permanência minoritária, à qual as escrituras se referem como o REMANESCENTE. Assim, quando nos referirmos ao "cristianismo" não estaremos nos referindo a este remanescente, a "Oholyao", mas sim às religiões diversas desviadas da "Oholyao".

Em meados do segundo século, as congregações já haviam perdido muito da sua santidade, por causa da influência do judaísmo e, particularmente, do paganismo.

O primeiro concílio, após a ligação da "Igreja" com o Império, é chamado de "CONCÍLIO DE NICEIA". O período dos três séculos anteriores a este concílio é chamado "ANTE-NICENE".

Durante os segundo e terceiro séculos, a sabedoria bíblica, a fé genuína e total da palavra de YAOHU UL, foi bombardeada de todos os ângulos com interpretações variadas.

A maioria dos grandes pais da igreja foram influenciados por filosofias baseadas em Platão, Aristóteles, Pitágoras e outros.

A influência do judaísmo dentro da "Oholyao" foi mais fácil de ser reduzida pelos apóstolos, do que a influência do gnosticismo. Os "gnósticos cristãos" tentaram fazer o casamento entre a "arte da sabedoria humana" e a fé pura, chamada por eles de "FÉ-CEGA".

Damos aqui uma lista dos pais da igreja, que mais foram influenciados pelo gnosticismo

JUSTINO O MÁRTIR - ? - 165 DC

Justino estudou com um "Estóico", um famoso "Pitagoriano" e um "Platonista" que muito influenciaram o seu pensamento. Justino após convertido ao "cristianismo", tornou-se um grande defensor da fé. Escreveu muitas obras e algumas destas até as enviou ao próprio Imperador Atonenus Piu.

Heresias ensinadas por Justino:

a) O Altíssimo por ser sublime demais, não poderia relacionar-se com os homens, ou estar ativamente envolvido nos acontecimentos da face da terra. Deixou também a idéia que a onipresença de YAOHU UL é praticamente impossível.

b) O ser humano depende exclusivamente de sua vontade própria, e não da atuação do Espírito Santo em seu coração, para sujeitar a satanás e para seguir a YAOHU UL.

Justino foi morto numa perseguição em mais ou menos 165 DM. Não considerava a si mesmo um gnóstico, mas muito influenciou o "cristianismo" com idéias do gnosticismo.

Hoje, Justino é considerado um excelente "cristão" pelos católicos, e exaltado como mártir pelos protestantes.

TERTULIANO

Tertuliano foi o primeiro escritor que combinou elementos da lei romana e da filosofia estóica como elementos na sua doutrina. Por ter escrito a maior parte dos seus ensinos em latim, ele foi um dos que mais contribuiram para a formação da "Teologia Latina".

Nomes famosos da "Teologia Católica", como CIPRIANO, JERÔNIMO e AGOSTINHO, foram influenciados por ele.

Tertuliano defendia a prática de uma religião ascética e legalista, como condição básica para uma vida de vitória sobre o pecado. Por esta razão é que Tertuliano inclinou-se para o MONTANISMO misturado com ESTOICISMO.

ORÍGENES - 185 - 254 DM

Orígenes foi talvez o mais profundo pensador e o mais preparado intelectualmente da história que envolve o "cristianismo". Ele viajou por Roma, Arábia, Palestina e Grécia. Jerônimo o excedeu somente em hebraico.

Orígenes devotou muito do seu tempo a conhecer todos os sistemas gnósticos, especialmente o Neo-Platonismo, que estava sendo formulado sob a liderança de AMMONIAS SACCAS que, de alguma forma, contribuiu para que o nome de Orígenes ficasse mais famoso, uma vez que os "gnósticos cristãos" e pagãos frequentavam e participavam juntos de suas aulas.

Foi Orígenes quem desenvolveu um sistema de interpretação bíblica alegórica, que era aceito há mais de 200 anos pelos filósofos Yaohudim ARISTOBULOS e FILO. Os "gnósticos cristãos" faziam uso dos sistemas de interpretação alegórica para encontrar meios de harmonizar os ensinos de Platão com as Escrituras Sagradas.

CIPRIANO - 200 - ? DM

Foi Cipriano quem transferiu a teologia e a forma de vida de Tertuliano, para dentro da fé pura, criando assim um desvio do caráter da pregação original dos apóstolos, para o que é hoje conhecido como Igreja Católica. Cipriano começou a defender um governo centralizado, onde os bispos eram sucessores diretos aos apóstolos, pretensamente "nomeados pelo Altíssimo", e como tais, possuíam direitos supremos de agirem em nome do Messias.

CLEMENTE DA ALEXANDRIA - 190 - ? DM

Clemente foi um sábio na filosofia e literatura grega. No ano 190 ele assumiu o lugar de Pontanaenus (considerado por Clemente como o mais profundo gnóstico de sua época) como professor na escola de iniciação ao gnosticismo na Alexandria (cidade no Egito que guardava a maior biblioteca do mundo).

Um dos principais ensinos de Clemente é que na "escada" cristã, primeiro O Filho, segundo os anjos, depois os filósofos cristãos e finalmente os outros cristãos, por isso concluiu que certamente a grande maioria nunca alcançará a perfeição.

Os adeptos dos seus ensinamentos passaram a viver sua vidas isolados do mundo, por que o filósofo, sendo mais espiritual, não podia viver no meio dos menos espirituais, dizia Clemente, ou a sua mente seria contaminada.

ZEPHIRINUS - 199 - 217 DM

Pregava um "cristianismo" mais social ou liberal moralmente e intelectualmente fraco.

Permitiu a entrada de muitos falsos mestres que desviaram ainda mais as pessoas dos princípios e doutrinas dos apóstolos.

PAPA CALLISTUS - ? - 222 DM

Seguiu os ensinamentos de Zephirinus, aceitou também que o Altíssimo Pai e o Altíssimo Filho eram um só, nascidos de uma mulher; assumiu também a autoridade de perdoar todos os pecados dos excluídos da Igreja Romana e ensinou que, embora um bispo cometesse um pecado mortal, ninguém poderia substituí-lo. Desta idéia originou-se a doutrina da "Infalibilidade Papal".

O Papa Calistus permitiu a adúlteros fazerem penitências públicas e receberem o perdão.

AGOSTINHO

Grande por sua influência nas doutrinas da "Igreja". Seu contato com os FATALISTAS "Manichaevistas" muito o influenciou com o pensamento de que a natureza humana é fundamentalmente má e a libertação do mal um desilusão. As influências do neoplatonismo quase o levaram a aceitar o semi-panteísmo.

Agostinho se converteu ao catolicismo e se tornou bispo, no norte da África. Algumas das suas idéias, tornaram-se parte da teologia católica.

Na Idade Média, Agostinho foi o que mais influenciou o catolicismo, ajudando nas suas vitórias sobre a Igreja Ortodoxa Oriental. A África do Norte deu três grandes líderes à Igreja Católica Romana: TERTULIANO, CIPRIANO e AGOSTINHO.

HILDEBRANDO - O Papa Gregório, o Grande - (540 - 604)

Ele influenciou muitas das doutrinas da igreja católica. Estendeu a autoridade da "Santa Sé" fora de Roma, através das missões e alianças com reis do oeste e com o imperador oriental.

Sua teologia era Agostiniana, e defendeu a doutrina do purgatório, sustentada por Cipriano e Agostinho.

Conclusão

Ao final do segundo século, a "Oholyao", com sua fé pura na doutrina dos apóstolos, já tinha passado por muitas dissidências, pela influência do pensamento pagão filosófico. Também havia um esforço contínuo de se evitar as perseguições desencadeadas pelos imperadores que, em muitos casos, colocavam os verdadeiros fiéis em lugares fechados para serem comidos por leões ou para serem vítimas de gladiadores aos olhos do povo e representantes do governo. Grande número dos mais fiéis morreu, deixando uma carência espiritual muito grande. Contudo, o REMANESCENTE seguiu seu caminho e permanesce até os dias atuais.

Dentro deste imenso cenário de desvio da fé pura da doutrina dos apóstolos, com a manipulação das Sagradas Escrituras por parte de pessoas verdadeiramente descompromissadas com a verdade, é agora fácil entender a facilidade que satanás encontrou para executar seu plano maligno revelado em YarmiYAOHU (Jr) 11:19, a corrupção dos Nomes mais Sagrados que a humanidade possa ter conhecido.

É preciso, porém, considerar, que algo que nunca tenhamos conhecido não representa necessariamente uma "novidade". Algo pode ser novidade para nós, no momento em que tomamos conhecimento, mesmo que seja um fato mais antigo do que a própria existência humana. Muitos consideram, levianamente, a questão do NOME como "novidade", simplesmente porque nunca tinham ouvido falar sobre isso em suas vidas. Contudo, esta questão é tratada nas Sagradas Escrituras com enorme clareza, e é um assunto tão antigo quanto Êxodo 3:15, onde YAOHU UL deu a conhecer o Seu Nome a Mehushúa (Moisés). Moisés teve uma preocupação grande, de se informar sobre o NOME dAquele que o estava enviando para uma grande missão, antes de sair em missão. Infelizmente, nem esta preocupação de Moisés, nem as palavras de YAOHUSHUA de "Santificado seja o Teu Nome", são compartilhadas por muitos que se dizem hoje seguidores das Sagradas Escrituras. Apenas usam nomes e títulos corrompidos malignamente, porque sempre aprenderam assim, mas nunca investigaram. Certamente já leram em suas Bíblias algumas centenas de vezes, além de orarem algumas milhares de vezes, "Santificado seja o Teu Nome", mas nem por um segundo sequer pararam para perguntar: o que isso realmente significa?

A captura espiritual da assim-chamada "Religião Cristã"

No início do quarto século, o cristianismo, especialmente em Roma, já gozava de certa posição social por causa da sua cultura e de alguns membros mais ricos. Isto por causa da influência dos pagãos que se diziam convertidos.

Ha-satan procurou estabelecer o seu novo quartel-general em Roma, lutando com todo ardor para estabelecer uma igreja universal, usando a POLÍTICA para conseguir uma união falsa e degeneradora, pelo fato de que a base seria misturada com todas as religiões e filosofias existentes.

Se todos os povos fossem da mesma religião, pensava o Imperador Constantino, politicamente seu Império ficaria para sempre. Que idéia diabólica! Constantino gerou um monstro de duas cabeças e dois apetites. "A Igreja e o Estado". Cada cabeça queria poder sobre a outra.

Algumas confusões doutrinárias que chegaram até os nossos dias, foram desvios da congregação primitiva, do primeiro ao quarto século. Vejamos por exemplo:

1- Já no início do quarto século, boas obras e outros méritos pessoais contribuíam para a salvação do indivíduo.

2- Lugares, ossos ou qualquer coisa que estivesse relacionada com a história de um mártir, já estavam sendo veneradas por muitas pessoas.

3- A interpretação alegórica das Escrituras Sagradas conduziu à muitas heresias.

4- A doutrina do "PURGATÓRIO", cuja origem é encontrada no "ZOROASTRISMO", religião pagã praticada na Pérsia, já era aceita por muitas pessoas entre os desviados da sã doutrina, no IV século. Em especial, esta doutrina foi criada para encher os cofres da religião, com dinheiro e grandes propriedades.

5- Muitos clérigos eram essencialmente pagãos e adoradores de Zeus.

6- O paganismo já havia influenciado também a doutrina de adoração aos santos.

7- E muito mais, que o espaço e o objetivo proposto não nos permitem continuar citando.

A captura política da assim-chamada "Religião Cristã"

Constantino, muito preocupado com o reino fragmentado por causa das muitas religiões, teve a idéia de uma só religião. Uma religião que poderia unificar e satisfazer todos os grupos do Judaísmo, Cristianismo e Filosofias Pagãs ao mesmo tempo. Constantino cometeu muitos crimes para satisfazer sua ambição política. Entre as suas vítimas estão o seu cunhado, seu sobrinho, seu filho e sua própria mãe.

Concílio Ecumênico

Agora chamaremos sua atenção para os denominados "Concílios Ecumênicos" ou "Concílio do Império". Chamaremos a atenção para somente oito, e estes convocados por diferentes imperadores, e todos eles realizados entre as igrejas do oriente ou igrejas gregas. Assitiram-nos alguns representantes do ramo ocidental (igreja católica romana).

1- O primeiro desses concílios foi realizado em Nice ou Nicéia em 325 DM e foi convocado por Constantino.

2- O segundo concílio reuniu-se em Constantinopla em 381 DM e foi convocado por Teodósio o Grande.

3- O terceiro concílio reuniu-se em Éfeso em 431 DM e foi convocado por Teodósio II e por Valeriano III.

4- O quarto concílio reuniu-se em Calcedônia em 451 DM e foi convocado pelo Imperador Marciano, e nele foi promulgada a doutrina que conhecemos como "Mariolatria".

5- O quinto concílio foi realizado em Constantinopla em 553 DM e foi convocado por Justino.

6- O sexto concílio foi realizado em Constantinopla em 680 DM e foi convocado por Constantino Poganato.

7- O sétimo concílio foi chamado para se reunir em Nicéia em 787 DM. A Imperatriz Irene o convocou e nele parece ter tido início a ADORAÇÃO DE IMAGENS, além de ser confirmado definitivamente o CULTOS AOS SANTOS.

8- O oitavo concílio, convocado pelos imperadores ao que chamamos de "Concílio do Oriente", reuniu-se em Constantinopla em 869 DM e foi convocado por Basilio Marelo.

Mais conclusões

Basicamente, nos meados do sexto século, a Igreja Católica Romana e a Igreja Ortodoxa Oriental já estavam formadas. Temos visto as mudanças e desenvolvimentos das doutrinas e práticas nos cultos da igreja "Cristã Católica". Com o estabelecimento de uma religião para todo império, multidões de pagãos foram batizados sem uma mínima compreensão da verdade ou experiência de salvação.

Nestes mesmos tempos, o acesso dos devotos às Sagradas Escrituras já estava dificultado pelos religiosos. Lembramos que a Bíblia não era impressa, e mesmo não havia papel onde pudesse ser escrita, ainda mesmo que a imprensa tivesse sido inventada. O material usado para escrever constava de pergaminhos, que eram extraídos de peles de cabras ou de carneiros e papiros, que eram feitos de polpa de algumas espécies de madeiras. Assim, para se imprimir um livro do tamanho da Bíblia, nesse material, e em caracteres de punho, escrito com estiletes em lugar de penas (como usamos hoje), seria por certo um enorme volume, talvez maior do que o que alguns homens pudessem carregar.

Não havia então mais de 30 Bíblias completas em todo o mundo.

Eram encontradas muitas porções ou livros da Bíblia, como ManYAOHU (Mt), Marcos, Lucas, YAOHUrránam (Jo), Atos ou algumas das epístolas ou Apocalipse ou mesmo livros do Velho Testamento.

Observamos aqui que o CANON do Velho Testamento teve o seu reconhecimento perto do ano 90 DM, em Jamna, na Palestina e o CANON do Novo Testamento teve o seu reconhecimento no ano 397 DM, no II Concílio de Cartago, apesar de já no ano 100 DM, todo o Novo Testamento já ter sido escrito.

A Idade das Trevas - (800 - 1517)

Apesar de seu pretexto de defender a mensagem das Boas Novas, baseados nos dados da história medieval, podemos afirmar que a Igreja Católica tornou-se uma forte aliada do rumo de satanás aqui na terra, por causa da sua politicagem, imoralidade e corrupção.

Ao chegar ao fim do oitavo século, a Igreja Católica Romana estava cheia de pessoas não regeneradas. Sistemas disciplinares foram organizados em "Livros de Penitências", punições físicas foram impostas para as infrações menores da lei. Por exemplo: Um dos livros de penitências mais conhecidos foi escrito pelo arcebispo de Canterbury, na Inglaterra. A punição para um bispo, por causa de embriaguez era de 30 dias de penitências, porém, para um monge, a punição era de 40 dias, e para um presbítero ou diácono era de 15 dias. Fornicação, incesto e outros pecados, possuíam penas de penitências que podiam variar de um a vinte dias, ou ao restante da vida do indivíduo.

Ao final do período medieval (Idade das Trevas), a Igreja Romana controlava o destino das almas, conforme os seus dogmas. Casos existiam em que a Igreja Romana aplicava estas punições contra comunidades inteiras, que não se submetiam à orientação do Papa.

Para prevenir a disseminação dos pontos de vista, de certo modo contrários aos da Igreja Católica, muitos planos e medidas extremas foram adotados. Em primeiro lugar, todo e qualquer escrito, que contivesse idéias diferentes das católicas, seria queimado. Por toda a parte, os que persistiam em escrever e pregar, experimentavam a morte pelo martírio. Este foi um período desesperadamente sangrento. Os católicos, por estranho que pareça, acusavam a todos que recusavam a abandonar sua fé, que recusavam a crer como católicos. Estes eram chamados de heréticos, e os condenavam como tal.

Esta religião, já há muito tempo desviada da sã doutrina dos apóstolos, agora quase totalmente paganizada e judaizada, misturada com toda espécie de cultura popular e interesses humanos, denomina-se "cristã" e passa a inserir os nomes de seus ídolos pagãos e populares em associação aos relatos bíblicos. De dentro deste emaranhado de imundícies e cultos pagãos, transbordam doutrinas heréticas e nomes de ídolos em substituição aos nomes verdadeiros utilizados pelos apóstolos e registrados por eles.

Entre todos os ídolos pagãos da época, indiscutivelmente o maioral da mitologia grega, Zeus, foi o que mais se destacou como centro da idolatria. A crença popular em sua superioridade e supremacia era tão intensa que seu nome passou a ser usado genericamente, quase como sinônimo de soberania ou supremacia. Seu nome, "Zeus", deu inicialmente origem a "Theos", chegando à língua portuguesa como "Deus".

Muitos dos que buscam sinceramente o verdadeiro Criador de todas as coisas, por ignorância e tradição de linguagem e ensino, referem-se por este título ao Criador Onipotente, sem perceber a ofensa e blasfêmia que cometem, tão somente por chamá-lO pelo nome de um ídolo pagão.

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