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A PORTA DOURADA

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Portão de Jafa

Portão de Jafa tem esse nome porque parte dele a estrada que conduz porto de Jaffa (Jope).

Este portão é o único no lado ocidental da Cidade Velha (oeste), de todos os portões, esse é o mais movimentado.


MURO DAS LAMENTAÇÕES


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Portão de Damasco

Chamado o Portão de Shechem pelos judeus, os árabes se lembram deste portão como o "Portão da Coluna" por causa do alto pilar que esteve na praça deste portão durante o período romano e bizantino.

As escavações de Kenyon sob este portão turco encontraram sobras de um portal triplo-curvado que data ao tempo do Imperador romano Hadriano (135 A.D.).











Porta de Estevão

Segundo a tradição, fora desse portão, "Estevão", o primeiro mártir Cristão foi apedrejado. Porem, uma tradição mais antiga localiza o local da execução ao norte da cidade.

Porta dos Leões é outro nome para esta entrada oriental da Cidade Velha por causa dos quatro animais que decoram a fachada. Eles foram colocados lá por causa de um sonho do califa Suleiman.




Porta dourada

Este portão fechado no lado oriental foi construído aproximadamente em 640 D.C. pelos últimos bizantinos ou pelos primeiros conquistadores árabes. A tradição árabe compara este portão com a pessoa mencionada na profecia de Ezequiel (c. 44).

Leen Ritmeyer acredita que um portão bem mais antigo é preservado debaixo do portão atual.












Porta do esterco

Teorias diferentes respondem pelo nome deste portão, uma diz durante a conquista de Jerusalém por Omar em 638 A.D. o lixo era retirado da cidade por ele.

Também é conhecido como o Portão dos mouros por causa dos imigrantes africanos que viveram em um bairro próximo ao portão no 16º século.




Porta Zion

Provendo acesso para Mt. Zion, este portão ostenta as marcas das batalhas árabes e israelenses em 1948 na guerra de Independência.

Este portão também é conhecido como o Portão do Profeta David por causa da localização tradicional da tumba de David no Mt. Zion. Durante o período medieval foi chamado o Portão do Quarto judeu.






As oito portas de Jerusalém.

A alma de Jerusalém tem oito portas, a Porta Nova, furada em 1887, dá acesso direto ao bairro cristão. E, por uma "porta de serviço", a Porta do Esterco, penetra-se no monte Moriah, considerado o local mais carregado de energia espiritual do planeta.

As quatro portas principais se abrem como a rosa dos ventos. A imponente Porta de Jafa era a saída para o porto, à oeste. É a mais movimentada. Os árabes a chamam de Bab el-Khalil, a Porta do Amigo, em homenagem ao patriarca Abraão, "amigo de Deus".

A Porta de Damasco se abre para a cidade de Nablus e para a Síria, ao Norte. Por ela se entra no bairro muçulmano.

A Porta dos Leões aponta para o Leste para Jericó, uma das mais antigas cidades do mundo. E a Porta de Sião está na direção de Hebron, ao Sul.

Há uma porta destinada a se tornar a mais importante do mundo, se nela for realmente bater o Messias tão esperado pelos judeus ortodoxos - os haredim, ou "aqueles que tremem".
A Porta Dourada, ou "Porta da Compaixão", é a única porta da muralha cujas as duas entradas estão seladas; os judeus a denominam a Porta da Compaixão. Segundo a tradição, a Divina Presensa foi exilada por essa porta, e por ela retornará a Jerusalém.


A Porta Dourada

Há três mil anos, o rei Davi mandou edificar a "porta principal" da cidade (construída, mais tarde por seu filho Salomão), e erguer uma parede de tijolos de pedra, fechando-a inteiramente. Indagado sobre o porquê daquela iniciativa, o grande rei teria dito que aquela "porta" só seria aberta quando Jerusalém cumprisse o seu destino. E então explicou o nome da futura cidade: Jerusalém, que quer dizer, de onde virá a paz para o mundo.


Conta ainda uma antiga tradição, que a "Porta Dourada" (a "principal" de Jerusalém) teria sido aberta numa única ocasião. No tempo do imperador romano, Otávio Augusto, quando Poncio Pilatos governava a província da Judéia, na Sexta-Feira Santa, no dia em que Jesus fora crucificado, por volta das 3 da tarde, o céu escurecera, e relâmpagos e trovões foram ouvidos pela população local.

Assim que Nosso Senhor Jesus Cristo entregara seu espírito ao Pai, uma forte ventania, em meio a uma áspera chuva, seguido de um ligeiro tremor de terra teria trincado parte da parede que fechava a "porta principal", fazendo com que pedaços de alguns tijolos pulassem para fora. De cima do Gólgota, um dos soldados que permanecia aos pés da cruz onde estava Jesus, teria visto a pequena abertura na "porta principal" e um clarão luminoso por entre a fenda. Dali de onde estava, ficara admirado com o que vira e recordara-se do que dizia a tradição a respeito da "porta" e do "destino de Jerusalém". Então, voltou seu olhar para o Cristo crucificado e exclamara: "De fato, este homem é mesmo o Filho de Deus".

Conta-se ainda que os fariseus, naquela mesma madrugada, quando o corpo de Jesus era colocado no Santo Sepulcro, enviara alguns homens, em plena noite, para erguer com argamassa os tijolos deslocados, para evitar que, na manhã seguinte, as multidões ficassem maravilhadas com mais aquele grande feito. E de lá para cá, nunca mais a "Porta Dourada" se abrira.

Outra tradição narra que Pedro, quando deixou Jerusalém com destino a Roma (onde seria martirizado) teria se reunido com os cristãos em frente à "Porta Dourada", despedindo-se da Cidade de Davi com um comovente discurso, e recorrendo à profecia do grande rei, dizendo que um dia, o Senhor iria ingressar em Jerusalém pela "porta principal" inteiramente aberta.

Esta visão anteviu o destino de Jerusalém. A Igreja veria a paz emergir da cidade onde Jesus ascendeu aos céus.


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