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APÓCRIFOS & RELIGIÃO    Free Counter
Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo. Retende o bem. ( I te. 5: 19,20,21 - BIBLIA)
A Procura da Arca de Noé
(Terceira parte)


Kasim Gulek é o único homem vivo que serviu no governo de Ataturk, sendo um homem muito influente na Turquia; em agosto de 1984, na sua casa em Ancara, Jim e Ron reuniram-se com ele. Presentes nessa reunião, estavam Orhan Baser e Mina Unler, ligados ao governo turco, eles seriam muito importantes no apoio governamental necessário. Todos ficaram muito impressionados com o trabalho de Ron; até então Ron era essencialmente um desconhecido, essa reunião provou ser muito valiosa, com ajuda de Jim, os esforços de Ron estavam a ponto de criar repercussão.

Eles passaram a noite com os Guleks, Orhan Baser conseguiu uma permissão governamental para exploração; assim, no dia seguinte foram para Dogubeyazit; Ron levou Jim e um grupo de pessoas ao barco moldado. Fazendo uso dos detectores de metal, nos lados e sobre o barco, obteve resultados que formavam um padrão organizado de leituras lineares de metal dentro do objeto; as leituras estavam completamente fora de ser um padrão natural. Em entrevista de vídeo, Jim declarou: " Sim, nós adquirimos realmente leituras positivas.... Com esse espaçamento dos sinais, parece que é um objeto artificial".

Jim fora para procurar a Arca no Mt. Ararat, e agora ele convenceu-se realmente que o achado de Ron era real, concordaram que a exploração do Mt. Ararat era uma parte absolutamente necessária para compor um quadro inteiro, haveria muitos que não aceitariam a descoberta até que todas as possibilidades de encontrá-la no Mt. Ararat estivessem esgotadas. Não havia nenhuma competição entre Ron e Jim, embora muitos querem acreditar que havia. Jim era um cavalheiro e um homem de palavra, ele ajudou Ron imensamente, uma pessoa realmente de confiança.

Depois que Ron e Jim visitaram o local com o detector de metal, o assunto espalhou-se, quando eles voltaram a Dogubeyazit, outros grupos de "caçadores da Arca" estavam no saguão do hotel esperando por eles. Um grupo expressou o desejo de visitar o local; este grupo era encabeçado por Marv Steffins e Bulant Atalay, incluído o piloto de helicóptero deles, Whatcha McCullum; eles convidaram Ron para almoçar com eles, estremeceram quando viram os resultados que o detector de metal esquadrinhara. Parecia que Ron tinha achado alguns aliados, mas isso não se mostrou correto.

Marv, pediu para ir ao local, Ron achou isso muito estranho, visto ele ter declarado que tinha investigado o local em duas ocasiões; ofereceu-lhe então o detector, talvez uma coisa ingênua a fazer, mas todavia, ele fez. Neste momento, o famoso "caçador da Arca" levantou a sua voz, "VOCÊ NÃO PODE USAR DETECTORES METAL SEM PERMISSÃO", objetivando obviamente que os detectores de metais fossem confiscados pelas autoridades locais. Eles sabiam que, mesmo com permissão oficial de Ancara, devido a dificuldades de comunicação, as autoridades locais poderiam confiscar o equipamento. Era uma coisa desagradável de acontecer, mas aconteceu.

Devido a isso, Ron perdeu a calma, pegou Marv pelo colarinho e disse,"MANTENHA A SUA BOCA FECHADA", ele respondeu-lhe, "VOCÊ ESTÁ LOUCO", Ron então disse, "eu não estou louco o bastante para deixar acontecer isso que você está tentando fazer". Não houve mais nenhuma dificuldade nesta viagem; mas, a partir daquele momento, o "caçador da arca" faria qualquer coisa para desacreditá-lo.

Ron retirou numerosas amostras de material do local, Orhan Baser tinha afiançado permissão para ele proceder assim, ele não ia aventurar-se a qualquer coisa sem adquirir permissão formal; Marv Steffins fez o mesmo, retirou amostras; mas, sem permissão alguma. Depois daquela viagem, Ron e Orhan decidiram esquadrinhar toda a região do barco para tentar encontrar outras evidências da Arca. Mais adiante, Para cima, margeando o lado da montanha até o cume perto da fronteira Iraniana, Ron e Orhan viram um local que continha os restos de um antigo edifício de pedra. Considerando que nada mais havia ao redor, pareceu-lhes que talvez fosse uma estação de viajantes ou algo do tipo.

Próximo ao edifício havia algo muito interessante, era uma seção de terra que media 120'x 40', com bordas que pareciam madeira petrificada e dentro de seu perímetro viram uma volumosa pedra com um aspecto muito estranho. Esta "pedra" era muito pesada e tingida de verde em alguns lugares, então Ron acreditou que fosse algum tipo de metal; teve uma idéia do que poderia ser a suposta seção de madeira, talvez uma análise de laboratório do material ajudasse confirmar a sua idéia.

O barco moldado aparenta perfeitamente um naufrágio, considerando que está localizado num fluxo de lama que contém sobras de pedra vulcânica, Ron acreditou que, de fato, o fluxo de lama deteriorou-se posteriormente por um fluxo de lava, para Ron, era como se o navio tivesse sido transportado no lado da montanha pelo fluxo de lava, e deslizando lateralmente, parou na sua posição atual.

Ron suspeitou que a peça de 120' X 40' era de fato uma porção do fundo do navio que tinha afundado na lama quando as águas da inundação baixaram. Quando a terra secou, esta seção ficou embutida firmemente no solo, e quando a arca foi varrida pela lava, esta porção rasgou. A pedra estranha que ele achou dentro do perímetro da seção era bem semelhante a um lastro usado na parte mais baixa dos navios. Ele teorizou que este material de lastro foi colocado na armação da Arca, quando a porção do fundo foi arrancada uma quantidade grande de lastros cairam fora pela fratura, outros lastros permaneceram na porção intacta da arca. Ron e Orhan mantiveram esta informação só para eles.

Eles também acharam os restos quebrados de um antiga Estela que estava sendo usado numa estrutura mais recente. Os pedaços eram muito grandes e estavam expostos, o que permitiu a Ron fotografá-los e recompor seu formato depois.



Esta Estela continham numerosas inscrições em 3 formas diferentes de escritura. Um segmento era particularmente legível, era uma cena que descreve o cume sem igual sobre o local, um cume montês no fundo, um navio com 8 faces, e 2 corvos (um voando sobre o navio e o outro sobre a montanha), o resto da inscrição é caracterizado por vários animais. A maior importância da Estela, era que ela tinha a forma da Arca, era quase idêntica à fotografia aérea de 1950 do barco moldado. O achado mais importante do local sem dúvida era a seção 120' x 40' que eles acreditaram ser uma porção do fundo do navio. Deixaram o estudo da inscrição para mais tarde, marcaram então a localização original da arca e deixaram a região.

Nesta viagem Ron trouxe numerosas cópias do pequeno livro que ele tinha publicado em 1980, "Achado a Arca de Noé", entregou exemplares para todos os interessados pelo local. Dentro de alguns meses, ele lamentaria ter feito isto.

Finalmente, era tempo para partir. O seu vôo seguiu de Istambul para a Grécia, onde ele apanharia um vôo internacional para os EUA. Mas uma série estranha de eventos estava a ponto de acontecer. Esperando no aeroporto de Atenas, adquiriu um jornal "The New York Times" e leu um artigo assustador. Ele tinha sido acusado de levar ilegalmente artefatos da Turquia. Na realidade a história era que Marv Steffins tinha ido para Ancara com algumas amostras de madeira petrificada, convocou uma reunião com a imprensa e proclamou que a Arca de Noé tinha sido achada por ele, nenhuma menção aos esforços de Ron foi feita na mídia. Como ele não tinha obtido permissão para levar qualquer amostra, ela foi confiscada, então ele contou às autoridades que Ron Wyatt também tinha levado amostra ilegal.

Desde 1978, Ron e os meninos tinham estado trabalhando no Egito e Israel. Quando eles acharam partes de carruagens no Mar Vermelho, deduziram que o Mt. Sinai estava do outro lado do Golfo de Acaba na Arábia Saudita. Durante mais de 4 anos, Ron tinha tentado um visto Saudita, mas quando pareceu impossível recebe-lo, ele e os meninos decidiram entrar ilegalmente. Antes de partir naquela viagem em dezembro de 1983, ele contou para duas pessoas o que planejara fazer. Um dessas pessoas era Jim Irwin, o outro era um "Caçador da Arca" chamado Saudis. Quando chegaram a Jebel El Lawz, na Arábia, foram encarcerados durante 78 dias, acusados de serem espiões israelenses, conseguiram voltar aos EUA em 18 de abril de 1984.

Ron se deu conta que seu trabalho arqueológico estava em perigo, era aparente que o perigo era causado por alguns "amigos". Foi Saudis, o caçador da Arca, que contou aos árabes que Wyatts era espião israelense, foi outro caçador da arca que contou às autoridades turcas que Ron tinha tirado artefatos ilegalmente do país; contudo, em ambos os casos, o resultado final foi que os governos levaram muito a sério suas pesquisas.

As penalidades por levar artefatos ilegais eram duras, mas Orhan Baser tinha obtido permissão para ele levar as amostras, quando chegou em Nova Iorque, a primeira coisa que fez foi procurar o Consulado turco para explicar a situação. Naquela tarde, 3 homens do Consulado vieram para o quarto de hotel de Ron, examinaram os espécimes, Ron ofereceu-as para retorno à Turquia, mas os agentes turcos lhe disse que as mantivesse; eles tinham confirmado toda a história e tinham achado ele estava contando a verdade.

Mas a imprensa não sabia a verdade, era uma situação desagradável, então Ron convocou uma entrevista coletiva, contou aos jornalistas a sua história. O governo turco tambem emitiu uma declaração confirmando toda a história, porém, o apresentador de tv Ted Koeppel negligenciou em seu programa essas informações e continuou com acusações infundadas.

Novamente tudo bem, observadores das Nações Unidas, publicaram em janeiro 1985 um artigo sobre Ron e seu trabalho. Até esta época, Ron não tinha nenhum grande aliado alem do Dr. Shea, ele esperou que agora teria mais ajuda, mas os incidentes anteriores seriam o molde para o futuro. Entretanto, na Turquia, as notícias, combinadas com os resultados positivos das investigações de Ron, levaram os Turcos a se interessam pelo local..

Baseado no original de M. N. Wyatt; Tradução e edição E.M. 24/09/2004

Capítulo 4



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